Três influenciadoras digitais de Parnaíba foram alvos da Operação Laverna, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (11). A ação investiga a divulgação e promoção de plataformas de apostas ilegais, que teriam movimentado cerca de R$ 10 milhões.
As investigadas são Thaisa Costa Machado, que soma cerca de 594 mil seguidores; Tereza Iva Gomes Freitas, com aproximadamente 128 mil; e Emília Magalhães Brito, que possui 93,2 mil seguidores. Segundo a polícia, elas utilizavam principalmente o Instagram para divulgar o chamado Jogo do Tigrinho e outras plataformas semelhantes.
De acordo com o delegado Ayslan Magalhães, responsável pela investigação, o inquérito começou em junho do ano passado.
Os fatos são pretéritos, demorou bastante essa investigação robusta e complexa. É importante que as pessoas que foram enganadas por essas influenciadoras compareçam à delegacia e representem contra elas, destacou.
Ainda conforme o delegado, as suspeitas poderão responder por estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro, divulgação de loteria não autorizada e indução do consumidor a erro.
Essas plataformas operam sem qualquer autorização dos órgãos competentes, sem mecanismos de transparência ou auditoria, funcionando à margem da legislação nacional, à semelhança de cassinos online, explicou.
A operação foi executada pela 2ª Delegacia Seccional de Parnaíba, com apoio da Superintendência de Operações Integradas.

Três influenciadoras digitais de Parnaíba foram alvos da Operação Laverna, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (11). A ação investiga a divulgação e promoção de plataformas de apostas ilegais, que teriam movimentado cerca de R$ 10 milhões.
As investigadas são Thaisa Costa Machado, que soma cerca de 594 mil seguidores; Tereza Iva Gomes Freitas, com aproximadamente 128 mil; e Emília Magalhães Brito, que possui 93,2 mil seguidores. Segundo a polícia, elas utilizavam principalmente o Instagram para divulgar o chamado Jogo do Tigrinho e outras plataformas semelhantes.
De acordo com o delegado Ayslan Magalhães, responsável pela investigação, o inquérito começou em junho do ano passado.
Os fatos são pretéritos, demorou bastante essa investigação robusta e complexa. É importante que as pessoas que foram enganadas por essas influenciadoras compareçam à delegacia e representem contra elas, destacou.
Ainda conforme o delegado, as suspeitas poderão responder por estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro, divulgação de loteria não autorizada e indução do consumidor a erro.
Essas plataformas operam sem qualquer autorização dos órgãos competentes, sem mecanismos de transparência ou auditoria, funcionando à margem da legislação nacional, à semelhança de cassinos online, explicou.
A operação foi executada pela 2ª Delegacia Seccional de Parnaíba, com apoio da Superintendência de Operações Integradas.