A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (4), mais uma fase da Operação Ouro Sujo, em Teresina, com o objetivo de desarticular um esquema de receptação de joias e outros objetos furtados. A ação foi coordenada pela Superintendência de Operações Integradas (SOI) da Secretaria de Segurança Pública do Piauí e contou com o apoio da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP).
Foram cumpridos três mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão, além da suspensão das atividades de uma ourivesaria localizada no Centro da capital, apontada como ponto de revenda dos produtos ilícitos. A Justiça determinou ainda o bloqueio de contas bancárias e aplicações dos investigados, até o limite de R$ 20 mil, valor correspondente aos bens subtraídos.
Durante as diligências, três pessoas foram presas, entre elas uma ex-funcionária doméstica suspeita de furtar, de forma reiterada, joias, perfumes e roupas da residência onde trabalhava. Conforme a Polícia, o material furtado era repassado a um ourives, que tinha conhecimento da procedência criminosa e revendia os produtos no próprio comércio.
O delegado Matheus Zanatta, superintendente de Operações Integradas da SSP-PI, destacou que a ação reforça o enfrentamento ao crime patrimonial no estado:
“Essa operação reforça o compromisso da Secretaria de Segurança Pública com a investigação qualificada e a repressão à receptação, que é uma das engrenagens que mantém o ciclo da criminalidade patrimonial. O combate a esse tipo de comércio ilegal é fundamental para desarticular as redes que lucram com o crime e trazem prejuízos à sociedade”, afirmou.

A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (4), mais uma fase da Operação Ouro Sujo, em Teresina, com o objetivo de desarticular um esquema de receptação de joias e outros objetos furtados. A ação foi coordenada pela Superintendência de Operações Integradas (SOI) da Secretaria de Segurança Pública do Piauí e contou com o apoio da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP).
Foram cumpridos três mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão, além da suspensão das atividades de uma ourivesaria localizada no Centro da capital, apontada como ponto de revenda dos produtos ilícitos. A Justiça determinou ainda o bloqueio de contas bancárias e aplicações dos investigados, até o limite de R$ 20 mil, valor correspondente aos bens subtraídos.
Durante as diligências, três pessoas foram presas, entre elas uma ex-funcionária doméstica suspeita de furtar, de forma reiterada, joias, perfumes e roupas da residência onde trabalhava. Conforme a Polícia, o material furtado era repassado a um ourives, que tinha conhecimento da procedência criminosa e revendia os produtos no próprio comércio.
O delegado Matheus Zanatta, superintendente de Operações Integradas da SSP-PI, destacou que a ação reforça o enfrentamento ao crime patrimonial no estado:
“Essa operação reforça o compromisso da Secretaria de Segurança Pública com a investigação qualificada e a repressão à receptação, que é uma das engrenagens que mantém o ciclo da criminalidade patrimonial. O combate a esse tipo de comércio ilegal é fundamental para desarticular as redes que lucram com o crime e trazem prejuízos à sociedade”, afirmou.