A promotora de Justiça Marlúcia Evaristo Almeida criticou a exposição de ônibus abandonados em Teresina, classificando a ação como um “espetáculo midiático” para encobrir problemas estruturais no sistema Transporte Eficiente, sob a gestão do prefeito Silvio Mendes.
Segundo a promotora, os veículos apresentados estão sucateados e sem condições de uso, além de já terem sido alvo de um acordo firmado em 2022 que previa a realização de reparos por parte do município — medida que, conforme destacou, não foi cumprida.
“O município fez um espetáculo midiático para esconder o verdadeiro problema. São veículos inservíveis, que a empresa tenta devolver há anos, sem solução”, afirmou.
Marlúcia também destacou que, apesar de um custo anual estimado em R$ 10 milhões, a frota atual é insuficiente para atender à demanda da capital. Atualmente, apenas cinco veículos estão em operação, quando o ideal seria, no mínimo, dez.
A promotora ainda apontou falhas contratuais na gestão do serviço e revelou a existência de um processo por improbidade administrativa, motivado pela ausência de definição clara sobre as responsabilidades na manutenção dos ônibus.
Na última quinta-feira (9), equipes da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) e da Guarda Civil Municipal estiveram na garagem da empresa responsável pelo serviço para realizar a retirada dos veículos. A Prefeitura de Teresina informou que um impasse contratual teria provocado a paralisação do sistema.
A promotora de Justiça Marlúcia Evaristo Almeida criticou a exposição de ônibus abandonados em Teresina, classificando a ação como um “espetáculo midiático” para encobrir problemas estruturais no sistema Transporte Eficiente, sob a gestão do prefeito Silvio Mendes.
Segundo a promotora, os veículos apresentados estão sucateados e sem condições de uso, além de já terem sido alvo de um acordo firmado em 2022 que previa a realização de reparos por parte do município — medida que, conforme destacou, não foi cumprida.
“O município fez um espetáculo midiático para esconder o verdadeiro problema. São veículos inservíveis, que a empresa tenta devolver há anos, sem solução”, afirmou.
Marlúcia também destacou que, apesar de um custo anual estimado em R$ 10 milhões, a frota atual é insuficiente para atender à demanda da capital. Atualmente, apenas cinco veículos estão em operação, quando o ideal seria, no mínimo, dez.
A promotora ainda apontou falhas contratuais na gestão do serviço e revelou a existência de um processo por improbidade administrativa, motivado pela ausência de definição clara sobre as responsabilidades na manutenção dos ônibus.
Na última quinta-feira (9), equipes da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) e da Guarda Civil Municipal estiveram na garagem da empresa responsável pelo serviço para realizar a retirada dos veículos. A Prefeitura de Teresina informou que um impasse contratual teria provocado a paralisação do sistema.