O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, será o responsável por coordenar os novos escritórios de combate ao crime organizado que serão instalados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. As estruturas fazem parte do Programa Antifacção, iniciativa do Governo Federal voltada ao enfrentamento das organizações criminosas em todo o país.
A previsão é que os escritórios comecem a funcionar até o final deste mês. São Paulo e Rio de Janeiro foram escolhidos para inaugurar a estratégia por serem considerados os berços das duas principais facções criminosas do Brasil: o Primeiro Comando da Capital (PCC), surgido em São Paulo, e o Comando Vermelho (CV), criado no Rio de Janeiro.
Os escritórios serão vinculados à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e contarão com equipes integradas por agentes da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional de Segurança Pública.
Entre as principais atribuições das novas unidades estão a coordenação de ações de inteligência, investigação, articulação institucional e operações integradas para o combate às organizações criminosas. A proposta é fortalecer a cooperação entre o Governo Federal e os estados, ampliando a capacidade de resposta contra as facções.
Após a implantação das unidades em São Paulo e Rio de Janeiro, o Programa Antifacção prevê a instalação de novos escritórios em Fortaleza (CE), Manaus (AM) e Foz do Iguaçu (PR), ampliando a presença da estratégia em regiões consideradas estratégicas para o enfrentamento ao crime organizado.
O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, será o responsável por coordenar os novos escritórios de combate ao crime organizado que serão instalados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. As estruturas fazem parte do Programa Antifacção, iniciativa do Governo Federal voltada ao enfrentamento das organizações criminosas em todo o país.
A previsão é que os escritórios comecem a funcionar até o final deste mês. São Paulo e Rio de Janeiro foram escolhidos para inaugurar a estratégia por serem considerados os berços das duas principais facções criminosas do Brasil: o Primeiro Comando da Capital (PCC), surgido em São Paulo, e o Comando Vermelho (CV), criado no Rio de Janeiro.
Os escritórios serão vinculados à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e contarão com equipes integradas por agentes da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional de Segurança Pública.
Entre as principais atribuições das novas unidades estão a coordenação de ações de inteligência, investigação, articulação institucional e operações integradas para o combate às organizações criminosas. A proposta é fortalecer a cooperação entre o Governo Federal e os estados, ampliando a capacidade de resposta contra as facções.
Após a implantação das unidades em São Paulo e Rio de Janeiro, o Programa Antifacção prevê a instalação de novos escritórios em Fortaleza (CE), Manaus (AM) e Foz do Iguaçu (PR), ampliando a presença da estratégia em regiões consideradas estratégicas para o enfrentamento ao crime organizado.