A Polícia Civil do Piauí prendeu, na manhã desta quarta-feira (8), a técnica de enfermagem Auricelia Rocha, suspeita de tentar levar um recém-nascido da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina. A prisão foi realizada por equipes da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), logo após a mulher receber alta do Hospital Areolino de Abreu.
De acordo com o delegado Hugo Alcântara, a investigação foi iniciada imediatamente após a tentativa de subtração do bebê. Durante as diligências, os policiais descobriram que a suspeita havia sido internada em uma unidade psiquiátrica por recomendação médica, que determinou observação por 24 horas.
Com a informação da internação, a Polícia Civil representou pela prisão da investigada. O mandado foi cumprido assim que ela deixou o hospital.
Segundo o delegado Felipe Bonavides, antes da prisão a mulher foi submetida a um exame de beta-hCG, que descartou a existência de uma gestação.
“Recebemos a informação de que havia um mandado de prisão expedido e nos dirigimos ao hospital. A equipe médica confirmou que ela estava recebendo alta e que o exame de beta-hCG havia comprovado que ela não estava grávida. Em seguida, ela foi conduzida à delegacia para prestar depoimento”, informou.
Após a prisão, a técnica de enfermagem foi encaminhada à DPCA, onde permanece sendo interrogada.
Polícia investiga se suspeita apresentava gravidez psicológica
Além da tentativa de levar o recém-nascido, a Polícia Civil investiga se a mulher chegou a engravidar ou se apresentava um quadro de gravidez psicológica.
As apurações apontam que a investigada realizou um chá de bebê há alguns meses e mantinha a residência preparada para receber uma criança. A principal hipótese considerada até o momento é a de gravidez psicológica, mas a conclusão dependerá do avanço do inquérito.
Ainda conforme o delegado Hugo Alcântara, uma testemunha relatou que a suspeita passou por exames realizados pela unidade de saúde ocupacional da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa. O resultado teria indicado que ela não estava grávida.
Apesar disso, colegas de trabalho afirmaram que a investigada apresentava aparência de gestante e chegou a organizar um chá de fraldas, o que reforçou a crença de familiares e conhecidos de que ela esperava um bebê.
A Polícia Civil continuará ouvindo testemunhas e reunindo elementos para esclarecer se houve uma gestação anterior ou se a suposta gravidez era psicológica desde o início.
A Polícia Civil do Piauí prendeu, na manhã desta quarta-feira (8), a técnica de enfermagem Auricelia Rocha, suspeita de tentar levar um recém-nascido da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina. A prisão foi realizada por equipes da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), logo após a mulher receber alta do Hospital Areolino de Abreu.
De acordo com o delegado Hugo Alcântara, a investigação foi iniciada imediatamente após a tentativa de subtração do bebê. Durante as diligências, os policiais descobriram que a suspeita havia sido internada em uma unidade psiquiátrica por recomendação médica, que determinou observação por 24 horas.
Com a informação da internação, a Polícia Civil representou pela prisão da investigada. O mandado foi cumprido assim que ela deixou o hospital.
Segundo o delegado Felipe Bonavides, antes da prisão a mulher foi submetida a um exame de beta-hCG, que descartou a existência de uma gestação.
“Recebemos a informação de que havia um mandado de prisão expedido e nos dirigimos ao hospital. A equipe médica confirmou que ela estava recebendo alta e que o exame de beta-hCG havia comprovado que ela não estava grávida. Em seguida, ela foi conduzida à delegacia para prestar depoimento”, informou.
Após a prisão, a técnica de enfermagem foi encaminhada à DPCA, onde permanece sendo interrogada.
Polícia investiga se suspeita apresentava gravidez psicológica
Além da tentativa de levar o recém-nascido, a Polícia Civil investiga se a mulher chegou a engravidar ou se apresentava um quadro de gravidez psicológica.
As apurações apontam que a investigada realizou um chá de bebê há alguns meses e mantinha a residência preparada para receber uma criança. A principal hipótese considerada até o momento é a de gravidez psicológica, mas a conclusão dependerá do avanço do inquérito.
Ainda conforme o delegado Hugo Alcântara, uma testemunha relatou que a suspeita passou por exames realizados pela unidade de saúde ocupacional da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa. O resultado teria indicado que ela não estava grávida.
Apesar disso, colegas de trabalho afirmaram que a investigada apresentava aparência de gestante e chegou a organizar um chá de fraldas, o que reforçou a crença de familiares e conhecidos de que ela esperava um bebê.
A Polícia Civil continuará ouvindo testemunhas e reunindo elementos para esclarecer se houve uma gestação anterior ou se a suposta gravidez era psicológica desde o início.