O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, reagiu a uma declaração feita por uma participante de um reality show que afirmou que o Bolsa Família incentivaria famílias a retirar crianças da escola para terem mais filhos e, assim, receber o benefício. A fala repercutiu nas redes sociais e levou a manifestações públicas do ministro e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em publicação nas redes sociais, Wellington Dias afirmou que ataques ao programa social costumam surgir como estratégia para gerar polêmica, mas destacou que os dados oficiais contradizem esse tipo de afirmação.
Volta e meia, atacar o Bolsa Família vira estratégia para gerar polêmica e ganhar repercussão. Os fatos são claros: só em 2025, mais de 2 milhões de famílias deixaram o programa porque melhoraram de renda, e mais de 90% dos novos empregos no Brasil vieram de pessoas do Cadastro Único”, escreveu o ministro. Ele também ressaltou que o benefício é condicionado à permanência escolar de crianças e adolescentes. “Educação é condição, não discurso. Ignorar isso é desinformação ou má fé”, completou.
De acordo com as regras do programa, crianças e adolescentes menores de 18 anos devem estar matriculados na escola e cumprir, no mínimo, 75% de frequência mensal para que a família continue recebendo o benefício federal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se posicionou sobre o assunto. Em publicação nas redes sociais, o perfil oficial do presidente afirmou que o programa não estimula a evasão escolar. “Ao contrário do que disseram no programa, o Bolsa Família não tira ninguém da escola. Os filhos menores de 18 anos que não concluíram a educação básica precisam estar matriculados e frequentar pelo menos 75% das aulas para que o benefício seja pago”, destacou.
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, reagiu a uma declaração feita por uma participante de um reality show que afirmou que o Bolsa Família incentivaria famílias a retirar crianças da escola para terem mais filhos e, assim, receber o benefício. A fala repercutiu nas redes sociais e levou a manifestações públicas do ministro e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em publicação nas redes sociais, Wellington Dias afirmou que ataques ao programa social costumam surgir como estratégia para gerar polêmica, mas destacou que os dados oficiais contradizem esse tipo de afirmação.
Volta e meia, atacar o Bolsa Família vira estratégia para gerar polêmica e ganhar repercussão. Os fatos são claros: só em 2025, mais de 2 milhões de famílias deixaram o programa porque melhoraram de renda, e mais de 90% dos novos empregos no Brasil vieram de pessoas do Cadastro Único”, escreveu o ministro. Ele também ressaltou que o benefício é condicionado à permanência escolar de crianças e adolescentes. “Educação é condição, não discurso. Ignorar isso é desinformação ou má fé”, completou.
De acordo com as regras do programa, crianças e adolescentes menores de 18 anos devem estar matriculados na escola e cumprir, no mínimo, 75% de frequência mensal para que a família continue recebendo o benefício federal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se posicionou sobre o assunto. Em publicação nas redes sociais, o perfil oficial do presidente afirmou que o programa não estimula a evasão escolar. “Ao contrário do que disseram no programa, o Bolsa Família não tira ninguém da escola. Os filhos menores de 18 anos que não concluíram a educação básica precisam estar matriculados e frequentar pelo menos 75% das aulas para que o benefício seja pago”, destacou.